A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) e o deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP-PE) realizaram, na segunda-feira, 21 de outubro, uma transmissão ao vivo nas redes sociais com cinco alunos da rede estadual de ensino para discutir o "Intervalo Bíblico", que está gerando polêmica e sendo investigado pelo Ministério Público de Pernambuco. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) acionou o MPPE e a Secretaria de Educação a respeito da questão.
Durante a transmissão, o aluno Jackson compartilhou sua experiência ao iniciar a prática na escola, relatando resistência, inclusive de professores, em relação ao encontro religioso. Outros estudantes também mencionaram casos de perseguição.
A deputada Tércio criticou essa perseguição, enfatizando que os jovens têm o direito constitucional de exercer sua fé: "Os jovens de Pernambuco estão sendo perseguidos e denunciados por exercerem a sua fé, que é um direito constitucional. Por isso, decidimos colocar nosso corpo jurídico à disposição dos estudantes para impedir essa violação de um direito tão básico." O deputado Pastor Júnior Tércio expressou voto de repúdio ao Sintepe por tentar impedir a prática.
"A escola é um lugar para estudar e também para expressar convicções religiosas. Cada aluno tem sua religião, e isso é um direito garantido pela Constituição", afirmou.
O estudante Lucas, de 15 anos, incentivou outros alunos a implementarem o Intervalo Bíblico em suas escolas: "Sempre façam de maneira ordeira e sábia, converse com a direção da sua escola, e explique que você tem o direito, na Constituição, de prestar culto a Deus em qualquer ambiente."
Uma audiência sobre o tema está marcada para o dia 23 de outubro no Ministério Público, e os deputados se disponibilizaram para ajudar estudantes que enfrentam dificuldades em exercer sua fé.

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